terça-feira, 27 de outubro de 2009


BORISKA, O JOVEM QUE VÊ O FUTURO?



Boris Kipriyanovich, um jovem adolescente com 13 anos de idade, vem sendo notícia desde muito menino nos vários jornais, revistas e documentários da tv do mundo inteiro.
Ele é considerado uma das mais destacadas "indigo-children", ou crianças indigo, uma nova geração de seres humanos dotados de faculdades especiais, com um alto grau de inteligência e surpreendentes conhecimentos sobre o Universo, os Extraterrestres, os Mundos habitados, o passado remoto da Terra, os Mistérios da Antiguidade, e o futuro do Planeta.
Boriska nasceu na Rússia em 11 de janeiro de 1996 e sua mãe, Nadezhda Kipriyanovich, descreve o trabalho de parto, dizendo que: "Foi muito rápido, não senti nenhuma dor e quando me mostraram o bebê, ele me olhava fixamente com seus grandes olhos castanhos. Como médica, sei que não é habitual num recém-nascido esse olhar tão concentrado"...
Seus pais, confessam sua preocupação pelo filho, pois temem que Boriska tenha certas dificuldades de convívio social, além de sofrer previamente com a visão de acontecimentos que vislumbra fora do tempo e vêm sempre a acontecer.
Há anos atrás (em 1-Setembro-2004), durante a crise de Beslan (aquele ataque do exército russo à Escola onde estavam reféns adultos e crianças por parte de um comando de chechenos), ele recusou-se a sair de casa nesse dia porque pressentia algo terrivel que ia acontecer, como efectivamente aconteceu. Nesse dia morreram 186 crianças e centenas de pessoas ficaram feridas durante a intervenção do exército na sua Escola.
Boriska, começou a falar aos quatro meses e com um ano e meio já lia os jornais. Aos dois anos de idade, no jardim de infância, os professores perceberam que ele era diferente: aprendia tudo muito rapidamente e tinha uma memória extraordinária. Mais ainda mostrava ter conhecimentos que não eram adquiridos na escola.
Aos três anos, Boris começou a conversar com seus pais sobre o Universo. Ele sabia nomear todos os planetas do Sistema Solar e seus respectivos satélites. Falava também de nomes e números de Galáxias. Isso pareceu assustador aos pais e a mãe pensou que seu filho estava fantasiando; por isso, resolveu conferir se aqueles nomes realmente existiam. Consultou vários livros de Astronomia e ficou estupefacta ao constatar que Boris sabia mesmo o que dizia.
Ele afirma que já viveu em Marte noutra vida e diz que o planeta é habitado, embora tenha perdido uma vez a sua atmosfera num passado remoto, devido a uma grande catástrofe. Mais afirma que, hoje, os marcianos vivem em cidades subterrâneas. Daí o facto dos nossos cientistas dizerem que não há sinais de vida em Marte quando observam aquele planeta. De resto, segundo a tese da Terra Oca, de vários autores de renome, aqui também existem cidades subterrâneas nos reinos internos conhecidos há milhares de anos pelos Mestres Hindus e Lamas Tibetanos.
Voltando ao Boris, ele afirma também que costumava visitar a Terra pilotando uma nave espacial num tempo muito remoto quando a Terra era dominada pela civilização lemuriana cujo declínio, que ele próprio testemunhou, foi causado pela degradação espiritual da humanidade.
A mãe deu-lhe um dia um livro intitulado Whom We Are Originated From, ("De onde viemos" ou quais as nossas origens), de Ernest Muldashev, e ele ficou muito entusiasmado com as descrições dos lemurianos, as imagens dos templos tibetanos e passou muitas horas falando com os pais sobre a Lemúria como se já conhecesse aquele povo e sua cultura.
Mais tarde, a mãe dá-lhe um segundo livro do mesmo autor, intitulado In Search of the City of Gods (Em Busca da Cidade dos Deuses), e mais uma vez olhando as figuras ele comentava sobre as Pirâmides, os Santuários, e revelou que «As pessoas não vão encontar os conhecimentos antigos dentro da grande pirâmide de Quéops», mas sim numa outra que ainda não foi descoberta. E acrescentou: "A humanidade vai se surpreender e até mudar quando conseguirem abrir a Esfinge..."
Boriska também adverte sobre uma alteração dos pólos magnéticos da Terra que poderá ocorrer em breve (isto está confirmado por cientistas) e poderão dar-se até 2013. Este é de resto o ano da ‘Operação Resgate’ que muito se fala ultimamente e tem a ver com uma Intervenção Extraterrestre para salvar a Humanidade, ou parte desta.
Boris diz, porém, sobre esses Acontecimentos, que muitas pessoas morrerão no meio de calamidades e fala sobre a morte dizendo: «Não tenho medo da morte porque nós vivemos eternamente...
Quando tinha poucos anos de idade, ele começou a falar às pessoas sobre os seus "pecados". E um dia, na rua, abordou um rapaz admoestando-o por usar drogas. Falava também com certos homens para parar de baterem nas suas mulheres e prevenia pessoas sobre a iminência de problemas e doenças.
Enfim, penso que este jovem é um predestinado ou mais um dos que farão parte na Nova Era, sabendo o que vai acontecer aqui na Terra onde toda a Humanidade vai decerto passar por tempos de grande atribulação, necessários de resto para um Mundo Novo e uma Nova Civilização.
Percebo bem o que Boris vem dizendo...
Pausa para reflexão!
Rui Palmela
Como Boriska sou indigo, claro ñão tão evoluido como ele... Mas sou tambem... Salve Boriska o viajante de Marte!

domingo, 25 de outubro de 2009


MENSAGEM DO COMANDO ASHTAR NA TV INGLESA - 1977

No dia 26 de Novembro de 1977, uma voz não identificada interrompeu de súbito uma emissão da Independent Television News e transmitiu uma mensagem ao vivo, em Inglês, aos telespectadores na zona sul de Inglaterra. A interrupção durou no total cerca de seis minutos, tendo inicio às 17h10. A mensagem audível durou cerca de 3 minutos e meio. Uma agência governamental do Reino Unido tentou bloquear o sinal, mas sem sucesso. Milhares de pessoas telefonaram para a estação televisiva e para a polícia a perguntar o que se passava. As autoridades da comunicação social emitiram depois 3 comunicados a pedir desculpas pelo incidente. A origem da voz nunca foi identificada até hoje.
Este acontecimento vem ao encontro daquilo que "Ramatis" (uma Entidade de Alto Astral) revelou em 1955 ao médium brasileiro, dr. Hercíleo Maes, que publicou várias obras psícografadas na década de 70, onde dizia que chegaria um tempo em que os seres de outros Mundos superiormente evoluidos no seio do Cosmos, comunicariam connosco de várias formas, inclusive usariam as nossas frequências de rádio e televisão para transmitir suas mensagens.
A mensagem não identificada que surpreendeu milhares de telespectadores do sul de Inglaterra encontra-se transcrita na revista Nexus, vol. 14, nº 6 Oct-Nov 2007, traduzindo-se para o português como a seguir se indica:

«Esta é a voz de Vrillon, representante do Comando Galáctico Ashtar, que vos fala. Há muitos anos que somos vistos como luzes nos céus. Falamo-vos neste momento em paz e sabedoria, tal como temos feito ao longo dos tempos com vossos irmãos e irmãs de todo o planeta Terra. Vimos para vos alertar acerca do destino da vossa raça e do vosso mundo, para que possais comunicar aos vossos semelhantes a direcção a tomar e evitar os desastres e calamidades que se abatem sobre o vosso mundo e os seres à vossa volta. A Terra transita para uma Nova Era que poderá ser um tempo de grande paz e evolução, mas isto apenas se os vossos governantes tomarem consciência das forças malignas que se sobrepõem aos seus desígnios e futuros acontecimentos. Fiquem serenos e escutem esta mensagem, pois pode não haver outra oportunidade. Todas as armas do mal devem ser removidas. O tempo do conflito já passou, e a raça da qual fazeis parte terá de prosseguir para patamares mais elevados da evolução e vos mostrardes dignos. Só vos resta um curto período de tempo para aprenderdes a viver juntos em paz e boa vontade. Existem pequenos grupos no planeta que já estão a aprender isso, e eles existem para transmitir a todos a luz da alvorada da Nova Era. Vós sois livres de aceitar ou rejeitar os verdadeiros ensinamentos, mas apenas aqueles que aprendem a viver em paz e fraternidade passarão para patamares mais altos de evolução espiritual.
Ouçam a voz de Vrillon, representante do Comando Galáctico Ashtar, que voz fala. Tenham também em atenção que existem muitos falsos profetas e guias a operar no vosso mundo. Eles sugam-vos a energia de vários modos, e mesmo a energia que chamais de dinheiro é na maior parte aplicada para fins malignos. O vosso Eu interior, divino, proteger-vos-á de tudo isso. É preciso que estejais atentos. Aprendei a ganhar sensibilidade em relação à voz interior a qual vos pode guiar em toda a verdade, banindo o erro e a mentira. Aprendei a escutar a voz que vem do vosso interior... a que vos guia no caminho da evolução.
Esta é a nossa mensagem para os nossos queridos irmãos da Terra. Temos observado o vosso crescimento ao longo das eras, assim como vós tendes observado luzes no céu... Há muitos mais seres no vosso mundo e em seu redor do que possam supor os vossos cientistas. Estamos profundamente preocupados convosco e com vosso destino pelo que se está a passar na Terra. Tudo faremos ao nosso alcance para vos ajudar. Não tenhais medo, e sobretudo procurai conhecer-vos a vós mesmos, vivendo em harmonia com o vosso planeta. Nós, do Comando Galáctico Ashtar, estamos a postos e agradecemos a vossa atenção nesta mensagem. Estamos agora a sair dos vossos planos de existência. Sejam abençoados pelo amor e verdade suprema do Cosmos”.

Texto extraido do "fantastico" site :http://www.novaera-alvorecer.net/mensagem_comando_ashtar.htm<---- recomendo a leitura de todos os tópicos

Acho que nem preciso explicar né?

Mas caso queiram saber melhor, Ashtar é um conhecido mestre na GRANDE FRATERNIDADE BRANCA! Dizem que irá chefiar a nova era que estamos vivendo!

Luz e paz...


SERES ALIENÍGENAS CURAM CRIANÇAS





29 de Novembro de 2007Seres alienígenas curaram 4 crianças de cancro. Eles estão aparecendo em quartos de hospital para pacientes agonizantes, tocando em suas testas e curando-os de câncer terminal.Este é o incrível relatório de 14 médicos altamente respeitados, membros do Pyrenees Hospital de Los Ninos em Andorra – Espanha. Dizem ter visto extraterrestres de 1.5 m de altura usar a sua "magia" em quatro crianças doentes terminais no período de um mês.
"Eu não pude acreditar no que meus olhos viam", disse a enfermeira nocturna Lupe Montoya que estava trabalhando no sector de Oncologia do hospital das crianças durante a primeira visita alienígena. "Eu estava preenchendo relatórios quando vi duas pequenas criaturas caminharem na minha direcção. No princípio pensei que duas das crianças estavam fora de suas camas e assim eu me levantei para levá-las de volta para os seus quartos. Mas quando me aproximei vi que não eram humanos. Eles tinham uma cor castanha, com cabeça e olhos amendoados grandes. Tive medo porque pareciam muito misteriosos. Mas ao mesmo tempo eu sentia um tipo de inteligência amorosa nesses seres que olhavam para mim”A enfermeira Montoya diz que as criaturas entraram no quarto de Juan Lopez, um menino de 7 anos, que esperava-se que morresse de leucemia dentro de uma semana. Ela alertou o guarda de segurança e chamou o Dr. Tomas Ruiz que estava cuidando de outro paciente. "Quando caminhamos em direcção ao pequeno Juan, seu quarto estava banhado de uma luz dourada brilhante", disse o Dr. Ruiz. Os alienígenas estavam ao lado da cama. Parecia existir um laço místico entre eles e o menino. Um dos seres tocou a testa de Juan, com suavidade, com seu dedo longo e ele foi cercado imediatamente por uma aura luminosa. Quando os alienígenas deixaram o hospital, os médicos radiografaram e examinaram Juan. Ele estava completamente livre do câncer.Desde aquela noite, Maria Munoz, 9 anos, Anita Pena, 8 anos e Hector Gomez, 9 anos, todos diagnosticados como doentes terminais, também foram curados pelas criaturas desconhecidas. Os 14 membros do staff do hospital viram os seres executar os milagres. "Há um padrão para essas visitas", diz Dr. Ruiz. "Elas sempre acontecem ao redor 1h da manhã, os alienígenas sempre entram em pares e sempre curam com um toque na testa". Dr. Dego Garcia, famoso metafísico e pesquisador dos aparecimentos de alienígenas há mais de 30 anos, diz que há muito tempo as Montanhas dos Pirineus são conhecidas por sua grande atividade de OVNIs.
Texto extraido do "fascinante" site:http://www.novaera-alvorecer.net/seres_alienigenas_curam.htm<--- recomendo a leitura de todos os tópicos
É visto á ignorancia humana nesta parte, os médicos se referiam á cura que esses seres realizavam como "MAGIA", sabemos porém que são na verdade fluidos magnéticos que são capazes de curar ,harmonizar e etc... Os homens podem realizar tais façanhas também, logicamente sem a mesma intensidade alien...
A enfermeira diz também que havia um elo mistico entre os seres e a criança, esta criança é uma chamada "FILHA DAS ESTRELAS" que são na verdade as crianças indigo,cristal e diamante!
Espavo e luz...

sábado, 24 de outubro de 2009


A GRANDE INVOCAÇÃO


Que as Forças da Luz tragam a iluminação ao gênero humano.

Que o Espírito da Paz se espalhe em todos os lugares.Possam os homens de Boa Vontade, em todos os lugares, Unir-se num espírito de cooperação.

Possa o perdão, por parte de todos os homens, Ser a tônica destes tempos

.Que o poder ouça os esforços dos Grandes Seres.

Que assim seja, e ajudai-nos a fazer a nossa parte. Que venham os Senhores da Libertação.Que tragam socorro aos filhos dos homens.

Que venha o cavaleiro do local secreto.E, ao chegar, que salve.Vinde, ó Ser Supremo.

Que as almas dos homens despertem para a luz

E que possam permanecer concentradas no objetivo.

Que a ordem do Grande Espírito se adiante; chegou o fim do infortúnio!

Vinde ó Ser Supremo.

Chegou a hora do serviço da Força da Salvação.

Que ela se alastre por todos os lugares, ó Ser Supremo.Que a Luz, o Amor, o Poder e a Transformação Preencham o propósito daquele que se aproxima.

A vontade de salvar está aqui.

O amor por levar o trabalho adiante está amplamente difundido.

A ajuda ativa de todos os que conhecem a Verdade, também está aqui.

Aproximai-vos ó Ser Supremo e harmonizai esses três.

Construí um grande muro de defesa.

O domínio do mal deve terminar agora.

Do ponto de luz na mente do Grande Espírito

Que flua a luz às mentes dos homens,

Que a luz desça à Mãe-Terra.

Do ponto de amor no coração do Grande Espírito

Que flua amor aos corações dos homens

Que o sentimento do amor retorne à Mãe-Terra.

Do centro onde a vontade do Grande Espírito é conhecida

Que o propósito guie as pequenas vontades dos homens,

O propósito que os Mestres conhecem e servem. Do centro a que chamamos raça dos homens

Que se cumpra o plano de amor e luz

E se feche a porta onde se encontra o mal.Que a luz, o amor, e o poder restabeleçam o plano do Grande Espírito sobre a Mãe-Terra.

Do centro da Vontade e do Poder

Que o propósito do ReiSeja o propósito de todos os homens.

Do centro da Sabedoria e do Amor

Que a obra dos Grandes

Seja o serviço entre todos os homens. Do centro da Inteligência e da luz

Que o Verbo do Amor seja ouvido e atendido.

E que o Espírito de Cooperação una a todos os homens.

A Era da Redenção chegou!

Que o cavaleiro soerga a espada!

Que o plano do Grande Espírito se realize!

ZOROATRISMO


O zoroastrismo, também chamado de masdeísmo, matismo ou parsismo, é uma religião monoteísta fundada na antiga Pérsia pelo profeta Zaratustra, a quem os gregos chamavam de Zoroastro. É considerada como a primeira manifestação de um monoteísmo ético. De acordo com os historiadores da religião, algumas das suas concepções religiosas, como a crença no paraíso, na ressurreição, no juízo final e na vinda de um messias, viriam a influenciar o judaísmo, o cristianismo e o islamismo.
Tem seus fundamentos fixados no Avesta e admite a existência de duas divindades (dualismo), representando o Bem (Aúra-Masda) e o Mal (Arimã), de cuja luta venceria o Bem.

//
História
A religião pré-zoroastriana
A religião do Irã antes do surgimento do zoroastrismo apresentava semelhanças com a da Índia Védica, dado que as populações que habitavam estes espaços descendiam de um mesmo povo, os arianos (ou indo-iranianos). Era uma religião politeísta, na qual o sacrifício dos animais e o consumo de uma bebida chamada haoma (em sânscrito: soma) desempenhavam nela um importante papel.
Os seres divinos enquadravam-se em duas classes, ambas de características positivas: os ahuras (em sânscrito: asuras; "senhores") e os daivas (em sânscrito: deivas; "deuses").
Zoroastro
Zoroastro viveu na Ásia Central, num território que compreendia o que é hoje a parte oriental do Irã e a região ocidental do Afeganistão. Não existe um consenso em torno do período em que viveu; os académicos têm situado a sua vida entre 1750 e 1000 a.C.. Sobre a sua vida existem poucos dados precisos, sendo as lacunas preenchidas por lendas.
De acordo com os relatos tradicionais zoroastrianos, Zoroastro viveu no século VI a.C., pertecendo ao clã Spitama, sendo filho de Pourushaspa e de Dugdhova. Era o sacerdote do culto dedicado a um determinado ahura. Foi casado duas vezes e teve vários filhos. Faleceu aos setenta e sete anos assassinado por um sacerdote.
Aos trinta anos, enquanto participava num ritual de purificação num rio, Zaratustra viu um ser de luz que se apresentou como sendo Vohu Manah ("Bom Pensamento") e que o conduziu até à presença de Ahura Mazda (Deus) e de outros cinco seres luminosos, os Amesha Spentas, sendo este o primeiro de uma série de encontros com Ahura Mazda, que lhe revelou a sua mensagem.
As autoridades civis e religiosas opunham-se às doutrinas de Zoroastro. Após doze anos de pregação Zoroastro abandonou a sua região natal e fixou-se na corte do rei Vishtaspa na Báctria (região que se encontra no atual Afeganistão). Este rei e sua esposa, a rainha Hutosa, converteram-se à doutrina de Zoroastro e o zoroastrismo foi declarado como religião oficial do reino.
O principal documento que nos permite conhecer a vida e o pensamento religioso de Zoroastro são os Gathas, dezessete hinos compostos pelo próprio Zoroastro e que constituem a parte mais importante do Avesta ou livro sagrado do zoroastrismo. A linguagem dos Gathas assemelha-se à que é usada no Rig Veda, o que situaria Zoroastro entre 1500-1200 a.C. e não no século VI a.C. Vivia na Idade do Bronze, numa sociedade dominada por uma aristocracia guerreira.
Para alguns investigadores, muito mais do que o fundador de uma nova religião, Zoroastro foi antes um reformador das práticas religiosas indo-iranianas. Ele propôs uma mudança no panteão dominante que ia no sentido do monoteísmo e do dualismo. Na perspectiva de Zoroastro, os ahuras passam a ser vistos como seres que escolheram o bem e os daivas o mal. Na Índia, o percurso seria inverso, com os ahuras a representarem o mal e os daevas o bem.
Zoroastro elevaria Ahura Mazda ("Senhor Sábio") ao estatuto de divindade suprema, criadora do mundo e única digna de adoração.
Outro conceito religioso por si apresentado foi o dos Amesha Spentas ("Imortais Sagrados"), que podem ser descritos como emanações ou aspectos de Ahura Mazda. Nos Gathas os Amesha Spentas são apresentados de uma forma bastante abstracta; séculos depois eles serão transformados e elevados ao estatuto de divindades. Cada Amesha Spenta foi associado a um aspecto da criação divina.
Os Amesha Spentas são:
Vohu Manah ("Bom Pensamento"): os animais;
Asha Vahishta ("Verdade Perfeita"): o fogo;
Spenta Ameraiti - ("Devoção Benfeitora"): a terra;
Khashathra Vairya - ("Governo Desejável"): o céu e os metais;
Hauravatat ("Plenitude"): a água;
Ameretat ("Imortalidade"): as plantas.
Os Gathas revelam também um pensamento dualista, sobretudo no plano ético, entendido como uma livre escolha entre o bem e o mal. Posteriormente, o dualismo torna-se cosmológico, entendido como uma batalha no mundo entre forças benignas e forças maléficas.
Atualmente os zoroastrianos dividem-se entre o dualismo ético ou o dualismo cosmológico, existindo também outros que aceitam os dois conceitos. Alguns acreditam que Ahura Mazda tem um inimigo chamado Angra Mainyu (ou Ahriman), responsável pela doença, pelos desastres naturais, pela morte e por tudo quanto é negativo. Angra Mainyu não deve ser visto como um deus; ele é antes uma energia negativa que se opõe à energia positiva de Ahura Mazda, tentando destruir tudo o que de bom foi feito por ele (a energia positiva de Deus é chamada de Spenta Mainyu). No final Angra Mainyu será destruído e o bem triunfará. Outros zoroastrianos encaram o dualismo no plano interno de cada pessoa, como a escolha que cada um deve fazer entre o bem e o mal, entre uma mentalidade progressista e uma mentalidade retardatária.
Os zoroastrianos acreditam que Zoroastro é um profeta de Deus, mas este não é alvo de particular veneração. Eles acreditam que através dos seus ensinamentos os seres humanos podem aproximar-se de Deus e da ordem natural marcada pelo bem e justiça (asha).
A época aqueménida
Entre a morte de Zaratustra e a ascensão do Império Aqueménida no século VI a.C. pouco se sabe sobre o zoroastrismo, a não ser que se difundiu por todo o planalto iraniano.
Em 549 a.C. Ciro II derrota Astíages, rei dos Medos, e funda o Império Persa, que unia sob o mesmo ceptro os Medos e os Persas. A dinastia à qual pertencia, os Aqueménidas, adoptará o zoroastrismo como religião oficial do império, mas será tolerante em relação às religiões dos povos que nele vivem. Foi o rei Ciro II (dito O Grande) que libertou os Judeus do seu cativeiro e permitiu o regresso destes à Palestina. Provavelmente o primeiro rei persa que reconheceu oficialmente esta religião foi Dario I, como mostra uma placa de ouro na qual o rei se proclama devoto de Ahura Mazda.
Dario teve que combater um usurpador chamado Gautama, que se fazia passar por um filho de Ciro. Gautama ordenou a destruição de santuários pagãos que seriam restaurados por Dario. Por causa deste comportamento atribui-se por vezes a Gautama a adopção do zoroastrismo.
Os Medos possuíam uma casta ou tribo sacerdotal, conhecida como os Magi, que adoptaram a religião de Zaratustra, não sem introduzir alterações na mensagem original e incorporando antigas concepções religiosas. Os Magi seriam a classe sacerdotal dos três grandes impérios persas. Casavam dentro do seu grupo e expunham os corpos dos mortos às aves de rapina, duas práticas que viriam a ser adoptadas pelos zoroastrianos. Os sacerdotes recuperam os antigos sacrifícios e o uso do haoma. Os Amesha Spentas, inicialmente abstractos no pensamento de Zaratustra, foram personalizados e antigas divindades passaram a ser adoradas. Entre essas divindades (yazatas) estavam o Sol, a Lua, Tishtrya (deus da chuva), Vayu (o vento), Anahita (deusa das águas) e Mitra.
Foram também erigidos grandes templos e altares de fogo ao ar livre. Artaxerxes II (404-358 a.C.) chegou mesmo a ordenar a construção de templos em honra de Anahita nas principais cidades do império. Durante este período foi também criado o calendário zoroastriano e desenvolveu-se o conceito do Saoshyant, segundo o qual um descendente de Zarastustra, nascido de uma virgem, viria para salvar o mundo.
A época arsácida e sassânida
Com a conquista da Pérsia por Alexandre Magno, em 330 a.C., o zoroastrismo sofreu um duro golpe, tendo a classe sacerdotal sido dizimada e muitos templos destruídos. O incêndio da capital do império, Persépolis, provocaria o desaparecimento de textos da religião conservados na biblioteca da cidade.
Durante o governo dos Selêucidas o zoroastrismo foi respeitado e geraram-se sincretismos entre este e a religião grega (por exemplo, ocorreu uma associação de Zeus a Ahura Mazda). Mas um verdadeiro renascimento do zoroastrismo só começa durante a dinastia dos Partos Arsácidas no século III a.C.. Nesta fase foi compilado o Vendidad, uma parte do Avesta que recolhe textos relacionados com medicina e rituais de pureza.
No período da dinastia Sassânida (224 a.C. - 651 d.C.) o zoroastrismo foi completamente restaurado graças à intervenção de Kartir e de Tansar. O zoroastrismo tornou-se a religião mais comum entre as massas, sendo praticado numa vasta área que ia do Médio Oriente às portas da China. Nesta época assistiu-se à formação de uma verdadeira "Igreja" zoroastriana centrada na Pérsia, foram banidas da prática religiosa as imagens, criou-se o alfabeto avestano e novos textos passam a integrar o Avesta, tais como o Bundahishn e o Denkard. Ao contrário do período Aqueménida, este período ficou marcado pela intolerância em relação a outras religiões, tendo sido promovidas perseguições aos judeus e cristãos. O clero zoroastriano detinha um grande poder e assegurava que cada novo monarca fosse zoroastriano; pesados tributos recaíam sobre a população como forma de sustentar a forma de vida do clero.
A chegada do islão
Apesar da conversão da Pérsia ao Islão após a conquista dos árabes no século VII, o zoroastrismo sobreviveu em algumas comunidades persas, agrupadas nas cidades de Yazd e Kerman. Os muçulmanos consideraram os zoroastrianos como dhimmis, ou seja, praticantes do monoteísmo (à semelhança dos judeus e dos cristãos) e como tal foram sujeitos a pesados tributos cujo objectivo era estimular a conversão ao Islão.
No século X um grupo de zoroastrianos deixou a Pérsia e fixou-se na Índia, na região do Gujarate. Aqui estabeleceram um comunidade local que recebeu o nome de "Parsi" ("Persas" na língua gujarate) e que permanece naquele território até aos nossos dias. Esta comunidade zoroastriana foi influênciada pelos tradições locais e as suas particularidades levam a que se fale em Parsismo. Até 1477 os Parsis não mantiveram contacto com os zoroastrianos que permaneceram no Irão. Nesse ano restabeleceu-se o contacto sob a forma de troca de correspondência que durou até 1768.
No século XIX a conquista da Índia pelos britânicos levaria a um confronto entre os valores tradicionais dos parses e os valores religiosos e culturais do Ocidente. John Wilson, um missionário cristão da Escócia, atacou a religião dos Parses, alegando que o dualismo presente era contrário ao verdadeiro espírito monoteísta. Martin Haug, um filólogo alemão, que viveu e ensinou em Puna durante a década de 60 do século XIX, concluiu que apenas os Gathas eram as palavras originais do profeta Zaratustra. Estes acontecimentos propiciaram o início de um movimento de reforma religiosa, que divide a comunidade zoroastriana entre aqueles que pretendem um regresso a concepções que entendem como mais puras e próximas da mensagem inicial, rejeitando o excessivo ritualismo, e os tradicionalistas.
Doutrinas e crenças
Os masdeístas não representam seus deuses em esculturas e não têm templos.
Deixou traços nas principais religiões mundiais como o judaísmo, cristianismo e islamismo através das seguintes crenças:
Imortalidade da alma
Vinda de um Messias
Ressurreição dos mortos
Juízo final
A doutrina de Zaratustra foi espalhada oralmente e suas reformas não podem ser entendidas fora de seu contexto social. O indivíduo pode receber recompensas divinas se lutar contra o mal em seu cotidiano, como pode também ser punido após a morte caso escolha o lado do mal. Os mortos são considerados impuros, então não são enterrados, pois consideram a terra, o fogo e a água sagrados, eles os deixam em torres para serem devorados por aves de rapina.
Textos religiosos
O principal texto religioso do zoroastrismo é o Avesta. Julga-se que a actual forma do Avesta corresponde a apenas uma parte de Avesta original, que teria sido destruído em resultado da invasão de Alexandre o Grande.
O Avesta divide-se em várias secções, das quais a principal é o Yasna ("Sacríficios"). O Yasna inclui os Gathas, hinos que se julga terem sido compostos pelo próprio Zaratustra. O Vispered é essencialmente um complemento do Yasna. O Vendidad é a secção que contém as regras de pureza da religião, podendo ser comparado ao Levítico da Bíblia. Os Yashts são hinos dedicados às divindades.
Para além do Avesta existem os textos em palavi, escritos na sua maior parte no século IX.
Escatologia individual
A escatologia individual do zoroastrismo afirma que três dias após a morte a alma chega à Ponte Cinvat. A alma de cada pessoa percepciona então a materialização dos seus actos (daena): uma alma que praticou boas acções vê uma bela virgem de quinze anos, enquanto que a alma de uma pessoa má vê uma megera.
Cada alma será julgada pelos deuses Mithra, Sraosha e Rashnu. As almas boas poderão atravessar a ponte, enquanto que as más serão lançadas para o inferno; as almas que praticaram uma quantidade idêntica de boas e más acções são enviadas para o Hamestagan, uma espécie de purgatório.
As almas elevam-se ao céu através de três etapas, as estrelas, a Lua e o Sol, que correspondem, respectivamente, aos bons pensamentos, boas palavras e boas acções. O destino final é o Anagra Raosha, o reino das luzes infinitas.
Sacerdócio
Existem três graus de sacerdócio no zoroastrismo contemporâneo. O sacerdócio tende a ser hereditário, embora não seja obrigatório que o filho de um sacerdote venha a seguir a profissão do pai.
Os sacerdotes de grau inferior recebem o nome de ervad, neste grau inicial é preciso conhecer de cor as escrituras do zoroastrismo, bem como a lei; desempenham apenas uma função de assistente nas cerimónias mais importantes da religião. Acima de si encontra-se o mobed e por sua vez acima deste o dastur, que é responsável pela administração de um ou vários templos, por vezes comparado ao bispo do cristianismo.
Locais de culto

Templo de fogo na cidade iraniana de Yazd
Os templos religiosos do zoroastrismo, onde se desenrolam as cerimónias e se celebram os festivais próprios da religião, são conhecidos como templos de fogo.
Estes edifícios possuem duas partes principais. A mais importante é a câmara onde se conserva o fogo sagrado, que arde numa pira metálica colocada sobre uma plataforma de pedra. Os sacerdotes zoroastrianos visitam o fogo cinco vezes por dia e procuram mantê-lo aceso, fazendo oferendas sândalo purificado. Recitam também orações perante o fogo com a boca tapada por um tecido, de modo a não contaminarem o fogo. Este respeito pelo fogo sagrado levou a que os zoroastrianos fossem chamados de "adoradores de fogo", o que constitui um erro, na medida em que o fogo não é adorado em si, mas como um símbolo da sabedoria e luz divina de Ahura Mazda. Os templos de fogo mais importantes do Irão e da Índia mantêm uma chama de fogo sagrado a arder perpetuamente.
Rituais
O zoroastrismo não determina que os membros devam realizar um número obrigatório de orações por dia. Os zoroastrianos podem decidir quando e onde desejam orar. A maioria dos zoroastrianos reza várias vezes por dia, invocando a grandeza de Ahura Mazda. As orações são feitas perante uma chama de fogo.
O Navjote (ou Sedreh-Pushi como é conhecido entre os zoroastrianos do Irão) é uma cerimónia de iniciação obrigatória destinada às crianças zoroastrianas que deve acontecer entre os sete e os quinze anos de idade. É importante que a criança já conheça as principais orações da religião.
Antes da cerimónia começar a criança toma uma banho ritual de purificação (Naahn). Durante a cerimónia, conduzida pelo mobed e na qual estão presentes familiares e amigos, a criança recebe o sudreh (ou sedra, uma veste branca de algodão) e o kusti (um cordão feito de lã) que ata na sua cintura. A partir deste momento o zoroastriano deve usar sempre o sudreh e o kusti.
O casamento zoroastriano implica dois momentos distintos. No primeiro os noivos e os seus padrinhos assinam o contrato de casamento. Segue-se a cerimónia propriamente dita durante a qual as mulheres da família colocam sobre a cabeça dos noivos um lenço; simultaneamente dois cones de açúcar são esfregados um contra o outro. O lenço é então cosido, simbolizando a união do casal. As festas do casamento podem prolongar-se entre os três e os sete dias.
Práticas funerárias

Uma torre do silêncio em ruínas
Os zoroastrianos acreditam que o corpo humano é puro e não algo que deva ser rejeitado. Quando uma pessoa morre o seu espírito deixa o corpo num prazo de três dias e o seu cadáver é impuro. Uma vez que a natureza é uma criação divina marcada pela pureza não se deve polui-la com um cadáver.
Na prática esta crença implicou que os cadáveres dos zoroastrianos não fossem enterrados, mas colocados ao ar livre para serem devorados por aves de rapina, em estruturas conhecidas como Torres do silêncio (dokhma)
Após a morte um cão é trazido perante o cadáver, num ritual que se repete cinco vezes por dia. No quarto onde se encontra o cadáver arde uma pira de fogo ou velas durante três dias. Durante este tempo os vivos evitam o consumo de carne.
Os participantes no funeral vestem-se todos de branco, procurando-se evitar o contacto directo com o defunto. O cadáver (sem roupa) é então depositado numa torre do silêncio. Depois das aves terem consumido a carne, os ossos são deixados ao sol durante algum tempo para secarem.
Por motivos vários (relacionados por exemplo com a diminuição da população de aves de rapina ou com a ilegalidade desta tradição em alguns países) esta prática tem sido abandonada zoroastrianos residentes em países ocidentais e até mesmo no Irão e Índia, optando-se pela cremação.

Festas
As comunidades zoroastrianas actuais regem-se por três calendários diferentes:
o Fasli (usado pelos Zoroastrianos Iranianos e alguns Parses);
o Shahanshahi (usado pela maioria dos Parses); e
o Qadimi (este último o menos utilizado de todos).
O que significa que as festas religiosas podem ser celebradas em diferentes dias, nestes calendários cada mês e cada dia do mês recebe o nome de um Amesha Spenta ou de um Yazata. Os zoroastrianos celebram seis festivais ao longo do ano - os Gahambars - cujas origens se encontram nas diferentes actividades agrícolas dos antigos povos do planalto iraniano e nas estações do ano.
O Noruz é o Ano Novo Persa, celebrado no dia 21 de Março no calendário Fasli (os parses celebram o Noruz em meados de Agosto). Por volta deste dia os zoroastrianos colocam nas suas casas uma mesa com sete itens: um vaso com rebentos de lentilhas ou de trigo, um pudim, vinagre, maças, alho, pó de sumagre, frutos da árvore jujube; outros elementos que enfeitam a mesa são moedas, o Avesta, um espelho, flores e uma imagem de Zaratustra. O Noruz é celebrado com o uso de roupas novas, com o consumo de pratos especiais, com a troca de presentes e com a celebração de cerimónias religiosas. O fogo tem nele um significado especial. Seis dias depois do Noruz os zoroastrianos festejam o nascimento de Zaratustra.
O zoroastrismo hoje
A comunidade zoroastriana existente no mundo contemporâneo pode ser dividida em dois grandes grupos: os Parses e os zoroastrianos iranianos. Para além destes existem também ocidentais convertidos à religião. Segundo estimativas de 2004 o número de zoroastrianos era de 124 mil pessoas.
Na Índia os Parses são reconhecidos pelas suas contribuições à sociedade no domínio económico, educativo e caritativo. Muitos vivem em Mumbai (Bombaim) e têm tendência para praticar a endogamia, desencorajando o proselitismo religioso. Vêem a sua fé como étnica.
Em geral os zoroastrianos iranianos mostram-se mais abertos a aceitar conversões. Concentram-se nas cidades de Teerão, Yazd e Kerman. Falam uma variante da língua persa, o Dari (diferente do Dari falado no Afeganistão). Receberam o nome de gabars, termo inicialmente com conotações pejorativas (no sentido de "infiel"), mas que perdeu muito da sua carga negativa.
Uma diáspora zoroastriana pode ser encontrada em países como o Reino Unido, Canadá (6 mil pessoas), Estados Unidos (11 mil pessoas) e Austrália (2700 pessoas) e nos países do Golfo Pérsico (2200 pessoas).
A UNESCO declarou o ano de 2003 como ano de celebração dos 3000 anos da religião e cultura zoroastriana, numa iniciativa proposta pelo governo do Tadjiquistão.
Ainda estou começando a conhecer o Zoroatrismo, mas ja tinha ouvido falar no mestre fundador da mesma... Ainda assim vejo coisas boas nessa religião!

segunda-feira, 19 de outubro de 2009



Dragões




Dragão (long em chinês, yong ou ryong em coreano, e ryu em japonês) segundo a mitologia chinesa, foi um dos quatro animais sagrados convocados por Pan Ku (o deus criador) para participarem na criação do mundo. É enormemente diferente do ocidental, sendo um misto de vários animais místicos: Olhos de tigre, corpo de serpente, patas de águia, chifres de veado, orelhas de boi, bigodes de carpa e etc. Representa a energia do fogo, que destrói mas permite o nascimento do novo. (a transformação). Simboliza a sabedoria e o Império.
É representado de várias formas, a mais comum é o dragão de 4 patas, cada uma com 4 dedos para frente e 1 para trás, o dragão imperial, ou carregando uma pérola numa das patas - dragão das águas marinhas.
A Imagem de um dragão azul preside o leste, o oriente.
O dragão chinês é uma criatura mitológica chinesa que aparece também em outras culturas orientais, e também conhecidos às vezes de dragão oriental. Descrito como longo, uma criatura semelhante a uma serpente de quatro garras, ao contrário do dragão ocidental que é quadrúpede e representado geralmente como mau, o dragão chinês tem sido por muito tempo um símbolo poderoso do poder auspicioso no folclore e na arte chineses. Os dragões chineses controlam a água nas nações de agricultura irrigada. Este é o contraste com o dragão ocidental, que podem cuspir fogo para mostrar o seu poder mítico. O dragão também é a junção do conceito de yang (masculino) e associado com o tempo para trazer chuva e de água em geral. Seu correlativo feminino é Fenghuang.
O dragão às vezes é usado no ocidente como um emblema nacional de China. Entretanto, este uso dentro da República Popular da China e da República da China em Taiwan é raro.
A princípio, o dragão era historicamente o símbolo do imperador da China. Começando com a Dinastia Yuan, os cidadãos comuns foram proibidos de se associar com o símbolo. O dragão ressurgiu durante a Dinastia Qing e apareceu em bandeiras nacionais.
Em seguida, o dragão tem uma conotação agressiva, militar que o governo chinês deseja evitar. É por estas razões que o panda gigante é de longe mais usado com mais freqüência dentro de China como um emblema nacional do que o dragão. Em Hong Kong, entretanto, o dragão é uma marca desta cidade, um símbolo usado para promove-la internacionalmente.
Muitos chineses frequentemente usam o termo "descendentes do dragão" (龍的傳人) como um símbolo de identidade étnica. Embora esta tendência tenha começado somente quando diferentes nacionalidades asiáticas procuravam símbolos animais para reapresentações na década de 70. O lobo foi usado entre os mongóis, o macaco entre os tibetanos.
Na cultura chinesa atualmente, é mais usado para fins decorativos. É um tabu deformar uma representação de um dragão; por exemplo, uma campanha da propaganda da Nike, que caracterizou o jogador de basquetebol americano LeBron James que matava um dragão (além de bater num mestre velho de KungFu), foi imediatamente censurada pelo governo chinês após o protesto público sobre o desrespeito.
Um número de provérbios e de dialetos chineses também caracteriza referências ao dragão, por exemplo: "Esperando o único filho virar dragão" (望子成龍, também é tão bem sucedido e


poderoso quanto um dragão).


Uma antiga forma de escrita tem a forma de símbolo caracterizada pelo "dragão" que agora é escrito 龍 ou 龙 e pronunciado de forma longa no mandarim.
A origem do dragão chinês não é precisa, mas muitos estudiosos concordam que se originou dos totens de diferentes tribos na China. Alguns sugeriram que vêm de uma representação de uma junção de animais existentes, tais como serpentes, de peixes, ou de crocodilos. Por exemplo, o local de Banpo da cultura de Yangshao em Shaanxi representou uma alongada serpente marinha. Os arqueólogos acreditam que "peixes longos" teriam evoluído em imagens do dragão chinês.
A associação com peixes é refletida na lenda de uma carpa que viu o topo de uma montanha e decidido ir alcançá-la. Nadou rio acima, escalando correntezas e cachoeiras e não as deixando atrapalharem seu caminho. Quando alcançou o topo, lá havia a mítica "porta do dragão" e a saltando se transformou em dragão. Acredita-se que diversas cachoeiras e cataratas na China poderiam ser a localização da porta do dragão. Esta lenda é usada como uma representação simbólica para o esforço necessário para superar obstáculos e conseguir o sucesso.
Uma vista alternativa, defendida por He Xin, é que antes o dragão representou uma espécie de crocodilo. Especificamente, Crocodylus porosus, um antigo e gigante crocodilo. O crocodilo é conhecido por poder perceber com precisão mudanças na pressão de ar, e poder prever a vinda da chuva. Esta pode ter sido a origem dos atributos mitológicos do dragão em controlar o tempo, especial a chuva. Além disso, há uma evidência da adoração do crocodilo em antigas civilizações como babilônicas, indianas, e maias.
A associação com o crocodilo também é amparada pela visão em tempos antigos de que os grandes crocodilos eram uma variedade de dragão. Por exemplo, na história de Zhou Chu, sobre a vida de um guerreiro da Dinastia Jin, dizem que matou um "dragão" que infestou as águas de sua vila, que parece ter sido um crocodilo.
Outros propuseram que sua forma é a fusão de totens de várias tribos como o resultado da fusão delas. A forma em espiral da serpente ou do dragão jogou um papel importante na cultura chinesa antiga. As figuras lendárias como Nüwa (女媧), Fuxi (伏羲) são descritas como tendo corpos de serpente.
Alguns estudiosos relatam que o primeiro imperador lendário da China, Huang Di (黃帝, imperador amarelo), usou uma serpente para seu revestir seus braços. Cada vez que conquistava uma outra tribo, incorporava o emblema do seu inimigo derrotado no seu. Isso explica porque o dragão parece ter características de vários animais.
O dragão como regente do tempo e da água
Os dragões chineses são fortemente associados com água na opinião popular. Acreditam serem regentes das águas, tais como cachoeiras, rios, ou mares. Podem aparecer enquanto a água jorra (tornado ou furação d'água). Esta habilidade como regente da água e do tempo, o dragão é mais semelhante ao homem na forma, descrito frequentemente como humanóide, vestido em traje de rei, mas com uma cabeça do dragão que usa ornato da realeza na cabeça.
Há quatro principais reis dragões, representando cada um dos quatro mares: o mar do leste (que correspondem ao mar de China do leste), o mar sul (que correspondem ao mar de China sul), o mar ocidental (visto às vezes como o Oceano Índico e além), e o mar norte (visto às vezes como o lago Baikal).
Por causa desta associação, são vistos como "em cargo" de fenômeno aquáticos relacionas ao tempo. Em épocas remotas, muitas vilas chinesas (especialmente aquelas perto dos rios e dos mares) tiveram os templos dedicados a seu "rei dragão" local. Nas épocas de seca ou de enchentes, era comum que o nobres e oficiais locais do governo conduzissem à comunidade oferecendo em sacrifícios e em conduzissem outros ritos religiosos satisfazendo o dragão, para pedir chuva ou uma cessação dela.
O rei de Wu-Yue em cinco dinastias e dez reinos no período foi frequentemente conhecido como "rei dragão" ou do "o rei do dragão dos mares" por causa de suas obras hidráulicas que "domesticaram" os mares.
O dragão como símbolo da autoridade imperial

Dragão que simboliza a Dinastia Qin.
No fim de seu reino, o primeiro imperador, Qin Shi Huang diz-se que se imortalizou em um dragão que se assemelhava a seu emblema, e ascendeu aos céus. Desde que os chineses consideram Qin Shi Huang como seu antepassado, às vezes se denominam como "os descendentes do dragão". Esta lenda contribuiu também para o uso do dragão chinês como um símbolo do poder imperial.
O dragão, principalmente os dragões amarelos ou dourados com as cinco garras em cada pé, eram um símbolo para o imperador em muitas dinastias chinesas. O trono imperial foi chamado de trono do dragão. Durante a tardia Dinastia Qing, o dragão foi adotado mesmo como a bandeira nacional. Era uma ofensa grave para que os cidadãos usarem roupas com um símbolo do dragão. O dragão é caracterizado nas esculturas das escadarias de palácios e de túmulos imperiais, tais como a cidade proibida em Pequim.
Em algumas lendas chinesas, um imperador podia carregar uma marca de nascença na forma de um dragão. Por exemplo, uma lenda diz a narrativa de um camponês que trazia uma marca de nascença do dragão que eventualmente derrubou a dinastia existente e fundou uma nova; uma outra lenda diz do príncipe escondia de seus inimigos que era identificado por sua marca de nascença do dragão.
Em contraste, a imperatriz da China era frequentemente identificada com o Fenghuang.
A crença moderna no dragão chinês

Dragão Chinês
Em épocas modernas, a crença no dragão parece ser esporádica na melhor das hipóteses. Parece ser muito poucos os que veriam o dragão como uma criatura literalmente real. A adoração dos reis dragões como um regente das águas e do tempo continua em muitas áreas, e é profundamente enraizado em tradições culturais chinesas tais como a celebração do Ano Novo Chinês. Usam também pipas de dragão nas celebrações.
Representação do dragão
Representação Neolítica
Representações de dragões foram encontradas extensivamente em sitos arqueológicos do período paeolítico por toda China. A primeira representação de dragões foi encontrada no sitio de Xinglongwa. Os sítios culturais de Yangshao em Xi'an produziram potes de argila com temática nos dragões. A cultura de Liangzhu produziu também amostra de dragões. Os sítios culturais de Hongshan no interior da Mongólia até hoje produziram amuletos de jade de dragão do jade na forma de dragões porcos.
Anteriormente tais formas era o dragão porco. É uma criatura enrolada, alongada com uma cabeça que se assemelha a um javali. O sinal para "dragão" na escrita chinesa anterior tem uma forma em espiral similar, como mais tarde os amuletos de jade do dragão do período de Shang.
Representação Clássica
"Dungeons & Dragons" descrevem "Nove Tipo clássicos" de dragões, nove sendo números auspiciosos na cultura Chinesa. São estes:
Tianlong (天龍, tiān lÒng: literalmente "Dragão do paraíso"), Dragão Celestial - O soberano dos dragões.
Shenlong (神龍, shén lóng: literalmente "espírito do dragão"), Dragão Espiritual - controla o tempo e tem que ser satisfeito, ou as condições de tempo ficam desastrosas.
Fucanglong (伏藏龍), Dragão dos Tesouros Escondidos guardião de metais preciosos e de jóias enterrados na Terra.
Dilong (地龍), Dragão da Terra – controla os rios. consome a primavera no paraíso e o outono no mar.
Yinglong (應龍), Dragão Alado - acredita-se ser um poderoso empregado de Huang Di, o imperador amarelo, mais tarde imortalizado como um dragão.
Jiaolong (虯龍), Dragão Chifrudo – considerado poderoso.
Panlong (蟠龍), Dragão Espiralado - mora nos lagos do Oriente.
Huanglong (黃龍), Dragão Amarelo - um dragão sem chifre conhecido por sua sabedoria.
Rei Dragão (龍王) - cada um governa sobre um dos quatro mares: do leste, do sul, do oeste, e do norte.
Ao contrário da opinião popular, chinês nunca fez qualquer esforço intencional em definir os dragões, embora várias palavras fossem usadas para descrever dragões em vários estados. Por exemplo, Panlong é um dragões em estado enrolado. Eles, entretanto, dividem dragões por suas cores. Ou seja, dragão preto representa o norte, dragão vermelho representa o sul, o dragão verde/azul representa o leste, o dragão branco representa o oeste e o dragão amarelo representa o centro. Esta é uma representação mais menos popular das direções e das estações do que quatro símbolos usados na Constelação Chinesa.
O Jiao (Jiaolong) e o li (Lilong) às vezes são usados para descrever a outra espécie de dragão (do inferior), ambos sem chifres. Visto que o dragão é visto na maior parte como auspicioso ou sagrado, o jiao e o li são descritos às vezes como mau ou malicioso.

Os Nove Dragões
Além destes, há nove filhos do dragão, que caracterizam proeminente em decorações arquitetônicas e monumentais:
O primeiro é chamado de bixi (贔屭 pinyin: bìxì), que parece uma tartaruga gigante e é bom carregando peso. Encontra-se frequentemente como a base de pedra esculpida de tabuletas monumentais.
O segundo é chamado de chiwen (螭吻 ou 鴟吻 pinyin chǐwěn ou 嘲风 pinyin cháofēng), que parece uma besta e gosta de ver longe. Encontra-se sempre no telhado.
O terceiro é chamado de pulao (蒲牢 pinyin pǔláo), que parece um dragão pequeno, e gosta de rujir. Assim encontra-se sempre em sinos.
O quarto é chamado de bi'an (狴犴 pinyin bì'àn), que parece um tigre, e é poderoso. Encontra-se frequentemente em portas da prisão para amedrontar os prisioneiros.
O quinto é chamado de taotie (饕餮 pinyin tāotiè), que ama comer e é encontrado em mercadorias relacionadas à comida.
O sexto é chamado de qiuniu (囚牛 pinyin qíuníu), que gosta de música, e é encontrado em instrumentos musicais tais como harpas chinesas (胡琴).
O sétimo é chamado de yazi (睚眦 ou 睚眥 pinyin yázī), que gosta de matar, e é encontrado em espadas e em facas.
O oitavo é chamado de suanni (狻猊 pinyin suānní) que parece um leão e gosta do fumo além de ter uma afinidade para fogo de artifício. Encontra-se geralmente em acendedores de incenso.
O caçula é chamado de jiaotu (椒圖 pinyin jiāotú), que parece uma concha ou moluscos e não gosta de ser perturbado. É usado na porta dianteira ou no degrau da porta.

Dragão Chinês
Garras do Dragão
Nota-se às vezes que os dragões chineses têm cinco dedos em cada pé, dragões coreanos tem quatro, quando os dragões japoneses tem três. Para explicar este fenômeno, a lenda chinesa indica que todos os dragões imperiais se originaram na China, e, além disso, longe da China um dragão foi poucos dedos do pé que teve. Os dragões existem somente na China, na Coréia, e no Japão porque se viajarem além não teriam nenhum dedo do pé para continuar. A lenda japonesa tem uma história similar à chinesa. Quanto mais viajaram mais os dedos do pé cresceram e em conseqüência, se fossem muito longe teriam muitos dedos do pé para continuar a andam corretamente.
Entretanto, os registros históricos mostram que os dragões chineses comuns tiveram quatro dedos do pé, mas o dragão imperial teve cinco (como nos cinco elementos da filosofia chinesa). o dragão de Quatro garras era reservado para príncipes e determinados oficiais de maior patente. O dragão com três garras foi usado pelo público geral (visto extensamente em vários bens chineses no Dinastia Ming). De fato, era uma ofensa grave para qualquer um - exceto o próprio imperador - usar o tema do dragão com cinco garras. O uso impróprio do número de garras foi considerado traição, punível pela execução da tribo inteira do ofensor. Desde que a maioria das nações orientais e em um ou outro ponto foram considerados tributários chineses, foram permitidos somente dragões de quatro garras.
Referências Culturais
Número nove
O número nove é considerado de sorte na China porque é o único dígito maior possível, e os dragões chineses são relacionados freqüentemente com ele. Por exemplo, um dragão chinês é descrito normalmente nos termos de nove atributos e tem geralmente 117 escalas- 81 (9x9) masculino e 36 (9x4) feminino.
Isto também é porque há nove formas do dragão e o dragão tem nove filhos (veja a descrição deles acima). Da "Parede do Nove Dragões" é uma parede com imagens de nove dragões diferentes, e é encontrada em palácios e em jardins imperiais. Enquanto nove foram considerados o número do imperador, só foram permitidos aos oficiais os maiores usarem nove dragões em suas vestes - e então somente com a veste coberta completamente com sobretudo. os oficiais do Baixo escalão tiveram oito ou cinco dragões em suas vestes, cobertas outra vez com sobretudo; até mesmo o próprio imperador usou sua veste do dragão com um de seus nove dragões escondidos da vista. Há um número de lugares na China chamada de "nove dragões", sendo o mais famoso Kowloon (em cantonese) em Hong.kong. A parte do Mekong no Vietnã é conhecido como C?u Long, com o mesmo significado.
Horóscopo Chinês
O dragão é um dos 12 animais no horóscopo chinês que é usado no calendário chinês. Acredita-se que cada animal está associado com determinados traços da personalidade. Os anos do dragão são geralmente os mais populares para ter bebês. Há mais bebês nascidos em anos do dragão do que em todos os outros anos animais do horóscopo.
Constelações
O Dragon Azure - Qing Longo - 青龍 é considerado ser o primeiro dos quatro guardiãos celestiais, os outros três sendo o Zhu Que - 朱雀 (Pássaro Vermelho), Bai Hu - 白虎 (tigre branco), Xuan Wu - 玄武 (tartaruga preta - como criatura). Neste contexto, o dragão azure é associado com o leste e o elemento da madeira.
Dragões Chineses na cultura popular
Como parte do folclore tradicional, os dragões aparecem em uma variedade de mitos.
Na viagem o oeste, o filho do Rei Dragão do oeste estava condenado a servir como um cavalo para os viajantes por causa de sua imprudência em uma festa na corte celestial.
Em Fengshen Yanyi e outras histórias, Nezha, garoto herói, derrota os Reis Dragões e domestica os mares.




Magia draconiana




A Dragon Magick, a magia com a elaboração dos dragões, é um ramo de magia não ligado à Wicca que, como o próprio nome diz, lança mão do contato e da energia mágica dos dragões. Os praticantes da Dragon Magick usam a magia de modo totalmente diferente de nós dos wiccanos.
Antes de mais nada, é preciso sublinhar que existem pouquíssimas fontes disponíveis sobre o tema e, até o momento, nenhuma em português (...)

O que são dragões?
Dragões são seres que habitam um dos muitos planos astrais com os quais temos contato e que tocam nosso mundo de alguma maneira. Se os dragões alguma vez tiveram existência física neste plano é algo que não se pode afirmar, mas a universidade das lendas e mitos sobre esses seres nos leva a deduzir que eles fazem visitas freqüentes ao nosso plano desde a aurora da humanidade.

Existe uma lenda segundo qual, quando os dragões encontraram o ser humano pela primeira vez, ainda nos primórdios da espécie humana, em sua sabedoria, eles decidiram cuidar da criança que nascia, essa nova espécie, a fim de ajudá-la a se desenvolver. Mas os seres humanos se mostraram tão cruéis uns com os outros que os dragões começaram a achar que não valia a pena cuidar da humanidade e por isso foram se retirando mais e mais para seu próprio plano, até não serem mais avistados neste mundo.
No entanto, a mudança de comportamento de alguns humanos, que possibilitaram a volta da Deusa e o fortalecimentos dos movimentos ecológicos, fez com que alguns dragões se disputassem a se aproximar da humanidade novamente, desde que a iniciativa partisse de nós.
Como habitam um plano que consideramos astral, os dragões podem assumir qualquer forma e tamanho que desejam, mas costumam assumir a forma humana para se comunicar melhor com o homem.
Desde a aurora dos tempos, os dragões são atraídos pela magia, pois é por meio dela que essas criaturas criam vida nesta dimensão. É por isso que os praticantes de Magia podem entrar em contato com os dragões.
Os dragões são seres sábios e poderosos, que possuem um código de ética extremamente rígido e elevam muito a sério os compromissos que assumem ou que são assumidos com eles. Costumam reagir com extrema violência quando sentem que foram usados ou traídos de alguma maneira. A prática da Dragon Magick, portanto, exige disciplina, comportamento ético em todas as áreas da vida, respeito pelo livre-arbítrio de outros seres e respeito e reverência pela vida e pelos compromissos assumidos.
O que é necessário para se praticar a Dragon Magick?
Antes de qualquer outra coisa, é preciso saber por que você quer praticar esse tipo de magia. Se sua motivação básica é o respeito e o amor pelos dragões e pela magia, vá em frente. Mas, se seu objetivo é ganhar poder para impressionar os outros, desista enquanto é tempo.
Se sua motivações forem dignas e seu desejo sincero, comece a aprofundar seu conhecimento e sua conexão com os elementos. Compre estatuetas e jóias de dragões, uma vez que eles são atraídos por pessoas que gostem deles e exibem com orgulho esse amor.
O ideal é que você tenha um altar exclusivo para a prática da Dragon Magick, com instrumentos consagrados apenas para esse fim. Você vai precisar dos instrumentos básicos, athame, bastão, cálice e pentagrama, e mais: um espelho, um caldeirão e, se possível, uma espada.
O primeiro passo é estabelecer contato com os dragões. Pode-se ter sucesso na primeira vez que tentar ou pode levar vários meses. Esse primeiro contato é feito por meio de um ritual. Primeiro, faça uma meditação com Tiamat, a Grande Mãe Dragão primordial. Converse com ela, dizendo que você deseja se aproximar dos dragões e pedindo as bênçãos da Deusa. Uma vez que tenha obtido a bênção da Deusa, componha você mesmo um ritual no qual seja se aproximar e pedindo a um deles que seja seu companheiro mágico e guardião.
Ofereça incenso diariamente aos dragões, pois eles estão associados ao elemento fogo, e cante e dance com eles.
Quando um dragão se apresentar, criem um laço de amizade, amor e respeito mútuo com ele (ou ela). Passe algum tempo apenas estreitando esse laços. Convide-o a participar dos seus rituais, para que ele comece a fazer parte da sua vida mágica.
Quando sentir que sua conexão com ele está firme e plena, é hora de dar o passo seguinte. Peça a ele que o ajude a encontrar os instrumentos mágicos que você usará na prática da Dragon Magick.
Quando tiver os quatro principais, componha um ritual para sagrá-los. Trace o círculo, evoque a presença de seu Dragão Guardião e apresente-se às direções e aos dragões dos elementos, pedindo que eles o auxiliem em sua nova jornada mágica.
Consagre, então seus instrumentos dentro desse círculo.
A partir daí, comece a estreitar seu contato com os dragões associados a cada elemento. Medite com eles, dance e cante para eles. Procure acender velas em seu altar todas as noites, como uma homenagem aos dragões. Comece a evocá-los sempre que fizer magia, pedindo que eles acrescentem sua energia a seus feitiços e rituais. Você verá que eles começarão a lhe ensinar coisas , a propor trabalhos e novas idéias mágicas e a ajudá-lo a encontrar livros e outras fontes que auxiliem no seu desenvolvimento mágico. Eles estarão sempre presentes na sua vida, desde que você tenha atitudes coerentes e permaneça fiel ao seu próprio código de ética.
Os dragões são protetores fantásticos! Se você conseguir fazer amizade com um deles, terá um protetor leal para toda a vida. Mas eles também são seres dotados de pouquíssima paciência quando se trata de pessoas indisciplinadas, preguiçosas, hipócritas e falsas , e tendem a demonstrar seu desagrado de maneiras bastante evidentes.Há quem acredite que a amizade com um dragão é para sempre. Não apenas para esta vida, mas para todas as futuras, por toda a eternidade e além. Por isso, pense muito bem antes de se decidir a trabalhar com eles. Os dragões já se decepcionaram uma vez com os seres humanos. Não vamos deixar que isso aconteça outra vez.
Pensar nos dragões e como remotar ao passado, em meu ver, são uma outra especie de ser elemental... Os imperadores do mundo elemental...
O que não se pode negar é que seu simbolo traz poder, e que os mesmos são muito poderosos...
Não importa o que se pensa deles, e sim o poder e o respeito que se deve ter por tais criaturas!
Salve os dragões!

domingo, 18 de outubro de 2009

Muito interessante ===>

O sistema solar gira em torno de Alcione, estrela central daconstelação de Plêiades. Esta foi a conclusão dos astrónomos FreidrichWilhelm Bessel, Paul Otto Hesse, José Comas Solá e Edmund Halley,depois de estudos e cálculos minuciosos. Nosso Sol é, portanto, aoitava estrela da constelação - localizada a aproximadamente 28 grausde Touro, e leva 26 mil anos para completar uma órbita ao redor deAlcione. A divisão desta órbita por doze resulta em 2.160, tempo deduração de cada era.Descobriu-se também que Alcione tem à sua volta um gigantesco anel, oudisco de radiação, em posição transversal ao plano das órbitas de seussistemas (incluindo o nosso), que foi chamado de cinturão de fotões.Um fotão consiste na decomposição ou divisão do electrão, sendo a maisínfima partícula de energia electromagnética, algo que ainda sedesconhece na Terra. Detectado pela primeira vez em 1961, através desatélites, a descoberta do cinturão de fotões marca o início de umaexpansão de consciência além da terceira dimensão. A ida do homem àLua nos anos sessenta simbolizou esta expansão, já que antes dasviagens interplanetárias era impossível perceber o cinturão.A cada dez mil anos o Sistema Solar penetra por dois mil anos no anel de fotões, ficando mais próximo de Alcione. A última vez que a Terrapassou por ele foi durante a "Era de Leão", há cerca de doze mil anos.Na Era de Aquário, que está se iniciando, ficaremos outros dois milanos dentro deste disco de radiação.Todas as moléculas e átomos de nosso planeta passam por umatransformação sob a influência dos fotões, precisando se readaptar anovos parâmetros. A excitação molecular cria um tipo de luz constante,permanente, que não é quente, uma luz sem temperatura, que não produzsombra ou escuridão. Talvez por isso os hinduístas chamem de "Era daLuz" os tempos que estão por vir.Desde 1972 o Sistema Solar vem entrando no cinturão de fotões e em1998 a sua metade já estará dentro dele. A Terra começou a penetrá-loem 1987 e está gradativamente avançado, até 2012, quando vai estartotalmente imersa em sua luz. De acordo com as cosmologias maia easteca, 2012 é o final de um ciclo de 104 mil anos, composto dequatro grandes ciclos maias e de quatro grandes eras astecas. HumbatzMen, em "Los Calendários", fala também sobre a vindoura "Idade da Luz".Bárbara Marciniak, autora de "Mensageiros do Amanhecer", da Ground e"Earth", da The Bear and Company; e a astróloga Bárbara Hand Clow,que escreveu "The Pleidian Agenda", da mesma editora, receberam váriascanalizações de seres pleidianos. Essas revelações falam sobre astransformações que estão ocorrendo em nosso planeta e na preparaçãoque precisamos nos submeter para realizarmos uma mudança dimensional.Segundo as canalizações, as respostas sobre a vida e a morte não estãomais sendo encontradas na terceira dimensão. Um novo campo depercepção está disponível para aqueles que aprenderem a ver as coisasde uma outra forma. Desde a década de oitenta, quando a Terra começoua penetrar no cinturão de fotões, estamos nos sintonizando com aquarta dimensão e nos preparando para receber a radiação de Alcione, estrela da quinta dimensão.Zona arquetípica de sentimentos e sonhos, onde é possível o contactocom planos mais elevados, a quarta dimensão é emocional e não física.As ideias nela geradas influenciam e detonam os acontecimentos naterceira dimensão, plano da materialização. Segundo as canalizações, aesfera quadridimensional é regida pelas energias planetárias de nossosistema solar, daí um trânsito de Marte causar sentimentos de poder e ira.Para realizar esta expansão de consciência é preciso fazer umalimpeza, tanto no corpo físico como no emocional, e transmutar oselementais da segunda dimensão a nós agregados, chamados de miasmas.Responsáveis pelas doenças em nosso organismo, os miasmas sãocompostos de massas etéricas que carregam memórias genéticas ou devidas passadas, memórias de doenças que ficaram encruadas devido aantibióticos, poluição, química ou radioactividade. Segundo ascanalizações, esses miasmas estão sendo intensamente activados pelocinturão de fotões.Os pensamentos negativos e os estados de turbulência, como o da raiva,também geram miasmas, que provocam bloqueios energéticos em nossoorganismo. Trabalhar o corpo emocional através de diversos métodosterapêuticos - psicológicos, astrológicos ou corporais - ajuda aliberar as energias bloqueadas. A massagem, acupunctura, homeopatia,meditação, yoga, o tai-chi, etc, são também técnicas de grandeutilidade, pois mexem com o corpo subtil e abrem os canais decomunicação com outros universos.As conexões interdimensionais são feitas através de ressonância e parasobrevivermos na radiação fotónica temos que nos afinar a um novocampo vibratório. Ter uma alimentação natural, isenta de elementosquímicos, viver junto à natureza, longe da poluição e daradioactividade, libertar as emoções bloqueadas e reprimidas, ajudamna transição. Ter boas intenções é essencial, assim como estar emestado de alerta para perceber as sincronicidades e captar os sinais vindosde outras esferas.Segundo a Agenda Pleiadiana - Bárbara Hand ClowO Cinturão de Fotõess emana do Centro Galáctico. Alcione, o Sol Centraldas Plêiades, localiza-se eternamente dentro do Cinturão de Fotões,activando sua luz espiralada por todo o Universo. Mas afinal e nósnisso tudo? Nós somos os mais beneficiados com tudo isso. Todos osseres encarnados na Terra passarão por um processo de iniciaçãocolectiva. Escolhemos estar aqui nessa difícil época de transição denosso planeta e que atingirá todo o Universo. Os fotões funcionam comopurificadores da raça através de suas partículas de luz a qualestamos recebendo nos raios solares e logo estaremos imersos depois de11 mil anos dentro da Noite Galáctica ou como os hindus se referiam aKali Yuga, Idade das Trevas. E como um sistema de reciclagem doUniverso, o Cinturão de Fotões inicia a Era da Luz. Existem diversasformas da humanidade intensificar sua evolução, desenvolvendo umtrabalho de limpeza dos Corpos Emocionais, com o uso de terapiasalternativas, como florais, Yoga, Sahaja Maithuna, musicoterapia,cromoterapia entre outros. São terapias e práticas que trabalham com acura dos corpos subtis, evitando que muitas doenças sejamdesenvolvidas antes mesmo de alcançar o corpo físico e, curando outrasjá instaladas. Cada partícula vai se alojando em todos os cantinhos denosso planeta trazendo a consciência (Luz) a Verdade, a Integridade eo Amor Mútuo. As pessoas terão um trabalho individual paradesenvolverem aliado com o trabalho de consciêncialização dahumanidade.Os corpos que não refinarem as suas energias não conseguirão ficarencarnados dentro da terceira dimensão, pois a quarta dimensão estaráinstalada. E todos nós redescobriremos a nossa multidimensionalidadeeactivaremos as nossas capacidades adormecidas dentro da Noite Galáctica.A inteligência da Terra será catalisada para toda a Via Láctea. Todos estes acontecimentos foram registrados no Grande CalendárioMaia, que tem 26 mil anos de duração e termina no solstício deinverno, no dia 21 de dezembro de 2012, que marca a entrada da Terradentro do Cinturão de Fotões por 2000 anos ininterruptos.Luz é Informação, Amor é criatividade...

Texto extraido do site: http://www.comunidade-espiritual.com/groups/?id=69&link=view_topic&topic_id=11503&group_id=69

Incrivel, outra coisa que eles não falaram, foi sobre as crianças indigo, que vem para a Terra nas épocas em que a mesma se encontra no sistema de alcione!

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

SHAMBALA, SEDE DA HIERARQUIA ESPIRITUAL DA TERRA
sobre o Deserto Gobi

O TEMPLO DO GRANDE GAUTAMAsobre o Deserto Gobi
Shambala, situada na esfera sutil sobre o Deserto Gobi, é considerado o maior e mais suntuoso Centro de Luz espiritual da Terra. Há milhões de anos, ele foi construído fisicamente em uma ilha no Mar de Gobi. Quando naquele lugar, onde então se estendia um vasto mar, através de comutações planetárias, se desenvolveu o deserto, Shambala foi elevado a esferas sutis. Seu regente é "O Senhor do Mundo" GAUTAMA. Originalmente Shambala foi consagrado ao grande SANAT KUMARA, que veio à Terra com amorável compaixão, quando a humanidade daquela época teve uma queda tão profunda, que o Conselho Cármico tinha resolvido a dissolução da Terra, porque ela não tinha mais razão de existir no Sistema Solar. Com seus auxiliares, ele se prontificou a salvar a Terra. A essa atividade ele se dedicou durante eras, até que, há alguns decênios atrás, seu então aluno - hoje GAUTAMA - se qualificou como seu sucessor e ele pôde voltar a Vênus, seu Planeta pátrio. Aqui é guardado o poderoso Foco Ardente da Chama Trina para a Terra, que irradia para nós humanos o equilíbrio do Caminho do Meio, ensinando por GAUTAMA, enquanto ele permanecia na Terra como Buda - o equilíbrio de todas as Forças que partem dessa chama. "Eliminem tudo que ainda existir em vocês em desejos e pensamentos humanos, purifiquem seus corpos inferiores, antes de chegarem aqui, pois é um lugar consagrado" assim reza a antiga mensagem. É uma graça especial para o aluno da Luz, poder visitar Shambala. Em sua consciência superior, eles entram no maior e mais esplendoroso Foco Ardente da Terra, no qual está ancorada a Chama Trina para o Planeta. Desde tempos imemoriais ele abriga a sede da Hierarquia Espiritual. Seu regente é o "Senhor do Mundo", GAUTAMA. A cada ano, no dia 30 de novembro, ele recebe a colheita da humanidade, isto é, o aumento de luz que as pessoas conseguiram acumular no decorrer do ano. Cada quantidade, por mínima que seja, é saudada efusivamente e ninguém fica sujeito a qualquer avaliação. Todos contribuem para aumentar a Chama de Shambala, que constitui o inesgotável elixir de vida para nosso planeta pátrio. Toda vida é alimentada por ele. Com grande veneração, nos deixamos acompanhar para o mais sagrado de todos os Centros de Luz. Enquanto passamos por uma ponte, que leva ao verdadeiro Foco Ardente, observamos as cascatas de águas cintilantes e as flores de lótus, nas cores rosa, ouro e azul. Nos fundos, uma larga escadaria leva ao Templo, uma obra prima arquitetônica, feita de filigranas e substância opalina, criada pelas dádivas de Luz de muitos filhos e filhas divinos. Anjos e Seres protetores nos mergulham em Luz dourada a fim de aliviar-nos a adaptação à vibração em aumento. Depois de abertos os portões e podermos penetrar no interior, ficamos impressionados com a beleza sobrenatural. Por meio da recordação inconsciente da perfeição nos Reinos internos, no dia a dia muitas vezes vivenciamos grandes decepções, quando comparamos nosso ambiente e circunstâncias com essa perfeição. Em Shambala, aprendemos o equilíbrio, o Caminho do Meio, que GAUTAMA ensinava, quando vivia na Terra como Buda. Sua estátua dourada na entrada mostra-nos o sagrado símbolo do lótus, com a pedra preciosa no meio, como o eterno Foco Ardente divino, que aumenta seu brilho constantemente, quanto mais o ser humano se unificar com ele. Harmonia e alegre serenidade, as características de pessoas evoluídas, é o que sentimos ao voltar para o cotidiano. Felizes e gratos proporcionamos ao nosso ambiente as bênçãos recebidas em Shambala e as disseminamos cada vez mais sobre a Terra.
* * *
Palestras de GAUTAMA:
A estória do Planeta Terra é caracterizada pelo sobe e desce, pelos altos e baixos pelos quais passou o Planeta e mais tarde também a humanidade. Divisão de água e terra mudaram muitas vezes. Isso poderá acontecer novamente - mas existe a possibilidade de amenizar tal acontecimento. É isto que lhes explicamos tantas vezes: a volta de muitas pessoas para o Caminho espiritual. Essas catástrofes terrestres sempre fizeram com que as pessoas que se opunham à corrente da evolução, fossem afastadas. Também dessa vez não será diferente. O caminho evolutivo da humanidade conduz às elevações da Luz, rumo ao Ser divino. Tudo que impede essa evolução, precisa desaparecer. O Planeta Terra precisa adaptar-se à vibração cada vez mais elevada, e toda pessoa é concitada a trabalhar em si própria e expandir sua Luz, até onde lhe for possível. Vocês, Alunos da Luz, que possuem esse conhecimento, muitas vezes foram chamados para difundi-lo. Crescerá a demanda das pessoas por esse conhecimento, portanto, preparem-se para agir como professores. Não é à toa que lhes dizemos isto reiteradamente. Está próximo o tempo no qual terão que transmitir tudo aquilo que já aprenderam. Chegou a hora na qual a humanidade precisa elevar-se a um patamar evolutivo mais alto. Porém, isso não acontece por si - cada pessoa precisa preparar-se para isso. E vocês serão os professores para esses ensinamentos. Venham aos Centros de Luz em sua consciência superior. Nós lhes transmitiremos os ensinamentos, dos quais necessitarão algum dia, para ensinar outros a seguirem o caminho como vocês. A lembrança de tudo que foi aprendido, então estará à sua disposição - disso tenham certeza, amados alunos, Sejam envolvidos em nosso amor e na bênção da santa Chama Trina de Shambala. O aprendizado de todas as virtudes e qualidades de caráter, que um aluno precisa apresentar, se quiser entrar em contato com seu Mestre, constitui o mais longo e difícil capítulo no livro da vida. Uma virtude após a outra precisa ser trabalhada, e os erros e fraquezas aos poucos precisam ser eliminados, se o aluno tiver mesmo vontade de alcançar seu grande alvo. É um caminho cheio de dificuldades e cada pessoa precisa trilhá-lo algum dia. Abençoado seja o aluno que tem conhecimento disso e agora se esforça para acomodar esse capítulo me sua vida. Todo o treinamento que recebem em nossos Centros de Luz e todos os nossos ensinamentos possuem esse objetivo e de todas as maneiras possíveis procuramos explicar aos alunos aquilo que precisam aprender ou eliminar. Vocês conhecem algumas de suas fraquezas, outras, porém, não querem admiti-Ias. No entanto, meus amigos, deveriam ter clareza quanto às suas positivas e negativas qualidades. Vocês precisam encarar essas coisas objetivamente, se quiserem ter êxito em seu trabalho. Portanto, não fechem os olhos diante de seus próprios erros, porém comecem e eliminá-los corajosamente. Uma de suas tarefas em Shambala será o reconhecimento de seus próprios erros. No entanto, também não deixamos de considerar as boas qualidades que vocês possuem, mas não permitam que haja orgulho ou soberba. Deveria ser lógico que agissem com suas boas qualidades e isso não necessita de nenhum louvor especial. Queremos pedir-lhes que façam uma pequena relação quanto à maneira como se observam com suas boas e más qualidades. Esforcem-se para serem completamente objetivos, a fim de se verem, da maneira como seus semelhantes os vêem. Anotem tudo isso e à noite, quando vierem ao nosso Templo leiam essa relação e juntos trabalharemos naquilo que ainda precisa ser mudado em sua vida - Certamente teremos que corrigir um pouco essa relação!
* * *
Livres e leves, destituídos de qualquer gravidade terrestre, assim os alunos entram na poderosa Irradiação da Chama Trina. O corpo físico continua em seu Mundo. Porém, o potencial espiritual de cada um, sua consciência que nesse momento se expande, se eleva à poderosa irradiação, não somente agora, em nosso Foco Ardente, porém sempre que se concentrarem em um determinado Foco das Chamas. Deixem fluir um pouco dessa sublime Força também ao seu Mundo terreno, seu corpo físico. Imaginem como ele fica irradiado pela elevada pura vibração que aqui reina e que tanto gostaríamos de transmitir a cada aluno. Poderosas Forças estão ancoradas aqui. Durante eras elas foram guardadas e reforçadas por todos aqueles seres que conseguiram chegar à perfeição e se tornaram colaboradores no grande Plano para a Terra. Muitos elevados Seres espirituais passaram por Shambala e em parte continuaram seguindo rumo a tarefas cada vez mais elevadas em todo o Universo. Porém muitos permaneceram motivados pelo profundo amor aos humanos que cometeram faltas e ofereceram sua força vital, suas energias para o desenvolvimento da Terra e à vida em luta. Grandes e sábios professores de todas as eras estiveram em Shambala e cuidaram para que as Forças aumentassem e atraindo pessoas, como vocês alunos, que seguiram o Caminho espiritual e chegaram à perfeição. Também vocês alunos estão destinados a realizar seu Plano divino, aproximando-se do alvo de sua vida, com o auxílio das Forças da Luz. Novamente vocês estão em nossa Irradiação, na Força da Chama Trina. Observem como existe uma ligação com a Chama Trina no centro de seu coração... Vejam essa Ponte de Luz de Shambala até seu coração... e as torrentes de Luz fluindo a vocês através dessa ponte... São elevadas vibrações, que fluem recicladas à sua vida, através da atmosfera e de sua Aura aos seus corpos... Sintam, como essas luminosas Forças os preenchem, atingem todas as células, os corpos sutis, aos quais estão ligados... tudo isso agora está transpassado pelas elevadas, puras Forças de Shambala... Nós preenchemos seu Mundo com as bênçãos de Shambala, com as puras Forças, que aqui são guardadas há eras e irradiadas à Terra. É tarefa de cada pessoa alcançar o equilíbrio, o centro de seu ser. Vocês reconheceram esse fato, os ensinamentos o repetem sempre: Em qualquer situação de seu cotidiano, sua vida, devem conservar equilíbrio, paz e tranqüilidade. O centro da Chama Trinas é a pedra preciosa, a pura Centelha divina, que jaz em vocês. Sua luz brilhante ainda precisa ser mais despertada, para que algum dia possa preencher a forma externa e estender-se além dela. Esse caminho ao seu próprio centro é primordial para o Buscador da Luz. Somente lá é possível encontrar a profunda paz, da qual precisam para poderem realizar suas tarefas, reconhecer o sentido de sua vida e segui-lo. O Caminho do Meio era ensinado a todos os alunos que já freqüentavam os centros de mistérios e ensinamentos. Todos precisaram adquirir essa experiência. Eles aprenderam e conseguiram sua perfeição. Agora lhes oferecem seu auxílio e pretendem mostrar-lhes como alcançaram a perfeição. Eles são seus professores, os grandes Seres de Luz, e esse caminho também os espera... Mas primeiro precisam aprender a mergulhar em seu próprio interior, em seu centro, na luz que arde em seu coração. É seu ponto central, seu verdadeiro Ser. Precisam dar-lhe oportunidade de agir através de vocês. O verdadeiro Ser humano em vocês insiste em expressar-se - liberem-lhe o caminho, afastem as sombras que ainda diminuem essa Luz! Imaginem que estão sempre envolvidos por um brilhante manto de Luz dourada, que lhes transmite profunda paz e tranqüilidade. Imaginem-no como uma quente, macia capa, uma manta, que usam constantemente, que os protege da escuridão de seu Mundo e lhes transmite seu calor e irradiação. Esse manto está sempre à sua disposição, é necessária somente sua atenção e ele estará em seus ombros. É um presente de nosso Templo e deverá continuar a acompanhá-los. Ele também contém o amor de nossos corações. Pensem nesse manto dourado e usem-no em todas as situações, a cada dia de sua vida. Proteção e amor os envolvem e abençoam seu caminho.
* * *
A invencível Força, que sempre produz e desenvolve nova vida, desde o início da existência até o Ser divino, essa Força existe também em vocês, alunos da Luz. Através dela vocês possuem a eterna ligação com sua pátria divina. Porém, ela ainda repousa em vocês. Para levá-la à atividade criativa, ela precisa ser estimulada e aumentada, ou então será apenas uma minúscula chama que mal conserva a vida. Os alunos de todas as eras conseguiram o crescimento das Forças em repouso e as aumentaram de tal maneira, que toda substância de seus corpos obteve vibrações superiores e eles por isso puderam realizar milagres que pareciam impossíveis. Meus amigos, isso também lhes é possível! Todos que antes de vocês seguiram esse caminho, não possuíam forças diferentes das suas, porém tinham a persistência e tenacidade de continuar perseguindo seu objetivo, sem esmorecer com as resistências no caminho. Também vocês podem evidenciar essa persistência, pois sua Luz já está desenvolvida além da média e portanto é apenas uma questão de tempo até poderem exigir seu direito de serem elevados à categoria de filhos e filhas da Luz. Vocês têm a chave da liberdade em seu poder, coloquem-na na fechadura e abram a porta, de maneira que a total, maravilhosa Luz possa afluir para proporcionar-lhes todas as divinas dádivas. Gostaríamos de ver cada aluno em sua liberdade; os passos para chegar ao grande alvo lhes são conhecidos, pratiquem-nos, pois, com persistência e paciência, e então também serão afastadas as sombras que ainda permanecem em seu caminho. Esse é o plano para cada ser humano, mas para vocês, alunos, esse plano já foi realizado em parte. Façam agora os necessários esforços para efetuar os passos a planos de consciência mais elevados e isso significa para cada um: clareza, integridade e pureza, além de amor invencível a tudo que vive. - isto é, o caminho que lhes é indicado, ano após ano, por aqueles que os precederam. Um deles sou eu e os saúdo, no santo Shambala, como o guardião da Luz para o planeta Terra!
GAUTAMA
* * *

texto extraido do site:http://www.naveluz.arq.br/templos/shambala.htm


É incrivel pensar nos centros de luz da Terra, Shambala é um desses, e somos agraciados de saber sobre sua existencia e alguns até de poderem visitar!